UA exige libertação de mais de 50 mulheres sequestradas no Burkina Faso


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O presidente da Comissão da União Africana (UA) exigiu hoje a “libertação imediata” de mais de 50 mulheres e meninas sequestradas na semana passada no Norte de Burkina Faso, segundo um comunicado publicado na sua conta na rede social Twitter.

Moussa Faki Mahamat condenou o rapto levado a cabo por homens armados não identificados, que ocorreu entre 12 e 13 de Janeiro na zona da localidade de Arbinda, na região do Sahel, fronteira com o Mali e o Níger.

O presidente da Comissão exigiu “a libertação imediata das mulheres e meninas sequestradas, incluindo o seu regresso seguro às suas famílias e comunidades”.

O responsável da organização apelou também às autoridades nacionais para “não pouparem esforços para levar os perpetradores desse crime hediondo à justiça”.

Além disso, Mahamat disse, segundo a Lusa, estar “particularmente preocupado com os ataques contra mulheres e meninas por grupos armados como parte de sua estratégia para aterrorizar as comunidades” e reafirmou a solidariedade da UA com Burkina Faso.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres também já tinha pedido terça-feira a “libertação imediata e incondicional” de pelo menos 50 mulheres sequestradas por extremistas no Burkina Faso, e exortou por justiça.

Ao condenar o sequestro, o líder das Nações Unidas reafirmou ainda o compromisso da organização em continuar a trabalhar com o Burkina Faso e parceiros internacionais para “aumentar a protecção de civis, responder aos desafios humanitários e de desenvolvimento, promover e proteger os direitos humanos e apoiar os esforços para uma paz duradoura”.

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