Os jogadores que lideraram a revolta do plantel do Benfica contra Jesus

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O regresso de Jorge Jesus ao Benfica trouxe grandes expetativas em torno dos adeptos, mas o técnico acabaria por não corresponder e sair sem títulos nem glória. Uma forte discussão com Pizzi ditou este desfecho, precipitado pelas duras críticas do médio à falta de empenho dos colegas e às decisões da equipa técnica, logo após a derrota e consequente eliminação do Benfica aos pés do FC Porto.

Jorge Jesus não se encontrava no balneário encarnado naquele momento e no dia seguinte reuniu o plantel num anfiteatro do Seixal, desafiando Pizzi a dizer cara a cara o que havia dito no Dragão. Jesus acusou ainda o camisola 21 das águias de o insultar, algo que este negou. Logo ali o técnico disse que Pizzi não mais voltaria a treinar com o restante plantel. Contudo as palavras não caíram nada bem no seio do grupo.

Segundo adianta o diário desportivo Record, Rafa e Haris Seferovic lideraram a revolta do plantel, tendo sido dos jogadores que mais se revoltaram e verbalizaram o seu desagrado, perante a decisão do treinador. Os dois avançados consideraram ser mais importante a equipa estar a treinar, tendo em vista o reencontro com o FC Porto na I Liga, em vez daquele momento de tensão.

Perante a intransigência de Jesus e já sem a equipa técnica por perto, os jogadores decidiram não treinar sem Pizzi. Rui Costa interveio mais tarde, apelando aos jogadores para que participassem na sessão de treino normalmente, prometendo que a situação do médio iria ser resolvida.

Garante o Record que, nesta altura, a saída de Jesus ainda não estava consumada, mas havia essa expetativa.

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