MANICA: Mais de 800 pessoas respondem em juízo por uniões prematuras


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PELO menos 842 pessoas estão a contas com a Justiça, na província, devendo ser  responsabilizados por  crimes relacionados com uniões prematuras, abusos sexuais e violência baseada no género, sancionáveis à luz da legislação moçambicana.

Os referidos crimes são todos de prisão maior. Por esta razão, das 842 pessoas citadas,  392 estão a responder em processo judiciais por violência contra mulheres, raparigas e crianças, movidos pelas vítimas e/ou familiares, assistidos pelo projecto  “Viva Mais”, implementado pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), em actividades desde 2019 e que trabalha com 30 activistas, nos 12 distritos da província.

Estes dados foram revelados há dias, em Chimoio, pelo director de programas da FDC, Admiro Chiringa, no “workshop” sobre “Boas Práticas e Experiências em Direitos Humanos no Contexto do HIV/Sida para raparigas e mulheres jovens”.

“Nós sabemos que os casos de violência, agressões físicas, violência sexual e outros,  na província são bastante preocupantes. Trabalhamos com os nossos parceiros e notificamos os casos, mas não é suficiente, sendo importante ver os prevaricadores exemplarmente punidos”, disse o director de programas da FDC.

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