Equatorial mira construção de subestações na Grande Goiânia

Depois de assumir a Celg D, empresa decide focar na Região Metropolitana nos primeiros 100 dias de atuação . | Foto: Reprodução

Sob a presidência do engenheiro elétrico Lener Jayme, a Equatorial chega à prestação de serviço em Goiás com a promessa de investir e não deixar os goianos na mão, ou melhor, sem energia. 

Natural de Goiânia, Lener, em 2019, era presidente da CelgPar e da Celg GT quando se mudou para o Piauí, no Nordeste brasileiro, para presidir a Equatorial naquele Estado. Com a volta a Goiás, ele traz a experiência do serviço prestado aos piauienses. Mas a relação do engenheiro com o setor elétrico vem de antes. 

Em 2011, ele assumiu a Diretoria Financeira da Celg D. Já em 2012, foi presidente da Celg GT e CelgPar até dezembro de 2016, quando foi titular da Secretaria da Fazenda de Goiás. Ele, no entanto, atuou como executivo na Brasil Telecom, na Oi e na CEB, onde chegou à presidência da empresa.

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É importante ressaltar o nome de Lener por trazer um caráter de gestão regionalizada, ou seja, mais próxima do consumidor goiano. Foi bem isso que o CEO da Equatorial Energia, Augusto Miranda, quis dizer ao dar o pontapé da prestação de serviço. 

Quando se reuniu com investidores, a Equatorial Energia afirmou que sua especialidade era identificar companhias sob dificuldades e, em ação, promover o crescimento e reestruturação.

A Equatorial assumiu o serviço de energia em Goiás na terça-feira (3). Há três dias a empresa concluiu a compra das ações da antiga Celg D da Enel. O valor: R$ 1,6 bilhão. Tudo isso depois do OK da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A empresa,  de 1999, figura no terceiro lugar como maior referencial de distribuição de energia do Brasil. Além disso, tem como diferencial a transmissão, energia renovável e saneamento.

Com articulação direta do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), que já chegou no Palácio das Esmeraldas como crítico contumaz da Enel, a empresa assumiu o compromisso de criar novas novas subestações no Estado.

Na terça-feira, a empresa se apresentou aos goianos, com o nome de cada diretor que deverá ajustar o serviço, até aqui traumático, de distribuição de energia no Estado. 

Além de apresentar os diretores, a Equatorial explicou como seriam os 100 primeiros dias de prestação de serviço para os 237 municípios da área de concessão. Tudo isso abarca 3,3 milhões de unidades consumidoras.

O processo de venda da Celg D pela Enel para a Equatorial foi iniciado no dia 23 de setembro. Já a autorização ocorreu em 6 de dezembro. Com isso, a companhia obteve 120 dias para implementar a operação do serviço de transmissão de energia em Goiás.

Ao assumir, a prestadora deve investir estruturalmente, com foco na “melhoria de distribuição de energia e atendimento à demanda reprimida, com novas linhas de distribuição e subestações”. De acordo com a empresa, o plano deve alcançar a criação de três novas subestações, três novas linhas e subtransmissão. E, ainda, 9,6 mil novas ligações de baixa e média tensão e 98,5 mil de baixa tensão.

A companhia, além de Goiás, presta serviço aos seguintes Estados da Federação: Maranhão, Pará, Piauí, Alagoas, Rio Grande do Sul e Amapá. 

Entre as principais obras em Goiás nos primeiros 100 dias, a Equatorial Energia prometeu o projeto JK-Jataí – que alcançará os municípios de Jataí, Rio Verde, Chapadão do Céu, Montividiu – e a linha de distribuição Píreneus-Daia.

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