Caiado pode indicar Daniel Vilela para Segov

Governador goiano pode seguir os moldes do governo Lula e indicar seu vice para cargo de destaque. | Foto: Reprodução

Por Felipe Cardoso, Francisco Costa e Wilson Silvestre

Assim como o presidente Lula (PT) indicou o vice Geraldo Alckmin (PSB) para um ministério, o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) pode indicar o vice Daniel Vilela (MDB) para uma secretaria. Fontes palacianas sugerem que o chefe do Executivo estadual pode acomodar o emedebista  na Secretaria de Governo (Segov). 

A avaliação é que isso ampliará o protagonismo do emedebista, além de atender uma reivindicação do MDB por espaço. Anteriormente, o nome do decano da Assembleia Legislativa de Goiás, o deputado estadual Álvaro Guimarães (União Brasil), era cotado para a pasta. A avaliação, contudo, é que o colega de partido de Caiado é mais fácil de abrigar, enquanto é necessário dar mais força a Daniel. 

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Outra informação apurada é que Caiado ainda quer conversar com prefeitos antes de fazer indicações para o novo secretariado. Nos bastidores, a informação é que os secretários de Educação, Economia, Saúde e Infraestrutura devem ser mantidos. Ao menos neste primeiro ano de segundo mandato. O Jornal O Hoje não conseguiu confirmar as informações com fontes oficiais, como era esperado. 

O veículo, todavia, conversou com Álvaro Guimarães, que não conseguiu se reeleger. Com 30,7 mil votos, ele ficou com a segunda suplência do União Brasil, atrás de Rubens Marques (União Brasil), que teve 31,9 mil. Ele admite que não deve ficar fora da política. 

Álvaro diz que o governador Ronaldo Caiado, amigo de longa data, disse a ele que o queria no governo ou mesmo na Assembleia Legislativa. “Onde eu quisesse, ele iria me ajudar”, reforça a facilidade de ser abrigado em outros setores.

Segundo ele, entretanto, esta conversa já tem um tempo e eles não falaram mais sobre isso. Nesse sentido, Caiado poderia acomodar Álvaro em alguma outra pasta no governo de menos expressão, ou mesmo, outros deputados do União Brasil para que o suplente subisse para uma cadeira – teriam que ser dois, o que complicar. 

Mas esta não é a única possibilidade do parlamentar. De acordo com ele, o deputado estadual Bruno Peixoto (União Brasil), possivelmente o próximo presidente da Alego, está disposto a oferecer uma diretoria-geral para ele. “Estou estudando ainda”, revela sobre as possibilidades. De fato, o mandato de Álvaro – o sétimo – ainda não terminou. A nova legislatura só assume em 1o de fevereiro. 

Presidência

Bruno Peixoto conquistou todos os apoios para se tornar presidente da Alego na próxima legislatura, exceto do ex-vice-governador e deputado eleito Lincoln Tejota (União Brasil), que segue em silêncio. No passado, Álvaro, que era favorito e nome de Caiado para o cargo, foi surpreendido e perdeu a vaga para Lissauer Vieira (PSD). 

Ele, contudo, afirma que o caso de Bruno é diferente. Segundo Guimarães, o colega está mais tranquilo do que ele estava em 2019. Ele admite, contudo, que a um mês da eleição não se pode ter “tranquilidade total”. “Até porque, eu também estava tranquilo.”

O deputado, contudo, diz que a situação é diferente. “Na época, os deputados Cláudio Meirelles, Dr Antônio e Iso Moreira conspiraram contra mim. E eu estava viajando. O Bruno não vai viajar e não tem ninguém conspirando contra ele, apesar de ter outro candidato.”

Além disso, segundo Álvaro, Bruno leva vantagem por ser líder do governo e ter sido o deputado mais votado. “E ele é inteligente”, disse o deputado antes de Bruno se aproximar — estavam juntos quando Álvaro atendeu ao telefonema do O HOJE — e reforçar a tese de que não viajaria até a eleição. “Orai e vigiai”, brincou o decano. 

Suplentes

Em relação aos suplentes, Álvaro é o segundo do União Brasil e o terceiro mais bem votado neste pleito. O partido dele, que teve o parlamentar com mais votos (Bruno Peixoto, com 73,6 mil eleitores), elegeu seis deputados. 

Destaca-se, entre os dez suplentes com mais eleitores, o União ocupa quatro colocações. São eles: Rubens Marques (União Brasil), 31.903 votos; Cláudio Meirelles (PL), 31.828; Álvaro Guimarães (União Brasil), 30.740; Dr. Antonio (UB), 28.513; Chico KGL (União Brasil), 27.359; Francisco de Oliveira (MDB), 26.747; Henrique Arantes (MDB), 25.694; Thelma Cruz (Republicanos), 25.602; Henry Almeida (Republicanos), 22.530 votos; e Max de Menezes (PSD), com 21.744 votos.

Já os eleitos pelo partido foram: Bruno Peixoto (União Brasil), 73.692 votos; Virmondes Cruvinel (União Brasil), 42.925; Lincoln Tejota (União Brasil), 41.456; Renato de Castro (União Brasil), 35.842; Amauri Ribeiro (União Brasil), 35.060; e Talles Barreto (União Brasil), 31.961 votos.

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